Sábado, Outubro 08, 2005

Sonho ou fantasia?


Às vezes demora para "cair a ficha", e às vezes dói pra caramba você descobrir que nada, ninguém e nenhum objeto são mais importantes que o seu bem-estar.

Infelizmente, a grande maioria das pessoas precisam passar por experiências dolorosas antes de perceberem a sua "real importância e responsabilidade" no seu modo de vida. Passamos e perdemos muito tempo jogando a nossa felicidade nas mãos e terceiros, seja no amor, no trabalho e até na família.

Criamos fantasias, e fantasias são diferentes de sonhos. O sonho é aquela mola que nos impulsiona, que nos empurra para a frente, que nos dá força para lutarmos por objetivos. Já ás fantasias são fruto de nossa carência emocional e normalmente são desejos fugazes.

Sabe a criança que pede um brinquedo, pula, grita e berra no supermercado e, quando ganha, brinca meia hora e logo joga o brinquedo num canto qualquer? Isso é a fantasia, ou caprichos do orgulho.

Será que o seu desejo de hoje, aquilo que anda fazendo você sofrer, não é apenas uma fantasia? Será que você não esqueceu da pessoa mais importante na sua vida (você) e está maltratando seu coração, sua saúde, seu lado espiritual com idéias e conceitos que só trazem sofrimento?

Hoje o desafio é comprar um presente para você. Pode ser aquela caneta de R$ 1,99. O importante é o valor que você vai dar para o ato, para o presente e, principalmente, para você mesmo.

Tudo isso é só para lembrar o quanto você é importante e pode fazer a diferença. Cuide-se! Não permita que magoem você, que merece mais, muito mais.

C>Reilse Massahud

Publicado por: Carlos Dutra | 10/8/2005 Comentários? -

Domingo, Outubro 02, 2005

Os 100 melhores romances do século

Folha de São Paulo - 3 de Janeiro de 1999-16 de Fevereiro de 1999


Ulisses (1922) - James Joyce
Em Busca do Tempo Perdido (1913-27) - Marcel Proust
O Processo - Franz Kafka
Doutor Fausto (1947) - Thomas Mann
Grande Sertão: Veredas (1956) - Guimarães Rosa
O Castelo (1926) - Franz Kafka
A Montanha Mágica (1924) - Thomas Mann
O Som e a Fúria (1929) - William Faulkner
O Homem sem Qualidades (1930-43) - Robert Musil
Finnegans Wake (1939) - James Joyce
A Morte de Vírgilio (1945) - Hermann Broch
Coração das Trevas (1902) - Joseph Conrad
O Estrangeiro (1942) - Albert Camus
O Inominável (1953) - Samuel Beckett
Cem Anos de Solidão (1967) - Gabriel Garcia Márquez
Admirável Mundo Novo (1932) - Aldous Huxley
Mrs. Dalloway (1925) - Virgínia Woolf
Ao Farol (1927) - Virgínia Woolf
Os Embaixadores (1903) - Henry James
A Consciência de Zeno (1923) - Italo Svevo
Lolita (1958) - Vladimir Nabokov
Paraíso (1960) - José Lezama Lima
O Leopardo (1958) - Tomaso di Lampedusa
1984 (1949) - George Orwell
A Naúsea (1938) - Jean-Paul Sartre
O Quarteto de Alexandria (1957-1960) - Lawrence Durrell
Os Moedeiros Falsos (1925) - André Gide
Malone Morre (1951) - Samuel Beckett
O Deserto de Tártaros (1940) - Dino Buzzati
Lord Jim (1900) - Joseph Conrad
Orlando (1928) - Virginia Woolf
A Peste (1947) - Albert Camus
O Grande Gatsby (1925) - Scott Fitzgerald
O Tambor (1959) - Günter Grass
Pedro Páramo (1955) - Juan Rulfo
Viagem ao Fim da Noite (1932) - Louis-Ferdinand Céline
Berlin Alexanderplatz (1929) - Alfred Döblin
Doutor Jivago (1957) - Boris Pasternak
Molloy (1951) - Samuel Beckett
A Condição Humana (1933) - André Malraux
O Jogo da Amarelinha (1963) - Julio Cortázar
Retrado do Artista quando Jovem (1917) - James Joyce
A Cidade e as Serras (1901) - Eça de Queirós
Aquela Confusão Louca da Via Merulana (1957) - Carlo Emilio Gadda
As Vinhas da Ira (1939) - John Steinbeck
Auto de Fé (1935) - Elias Canetti
À Sombra do Vulcão (1947) - Malcolm Lowry
O Visconde Partido ao Meio (1952) - Italo Calvino
Macunaíma (1928) - Mário de Andrade
O Bosque das Ilusões Perdidas (1913) - Alain Fournier
Morte a Crédito (1936) - Louis-Ferdinand Céline
O Amante de Lady Chatterley (1928) - D.H. Lawrence
O Século das Luzes (1962) - Alejo Carpentier
Uma Tragédia Americana (1925) - Theodore Dreiser
América (1927) - Franz Kafka
Fontamara (1930) - Ignazio Silone
Luz em Agosto (1932) - William Faulkner
Nostromo (1904) - Joseph Conrad
A Vida - Modo de Usar (1978) - Georges Perec
José e Seus Irmãos (1933-1943) - Thomas Mann
Os Thibault (1921-1940) - Roger Martin du Gard
Cidades Invisíveis (1972) - Italo Calvino
Paralelo 42 (1930) - John dos Passos
Memórias de Adriano (1951) - Marguerite Yourcenar
Passagem para a Índia (1924) - E.M. Forster
Trópico de Câncer (1934) - Henry Miller
Enquanto Agonizo (1930) - William Faulkner
As Asas da Pomba (1902) - Henry James
O Jovem Törless (1906) - Robert Musil
A Modificação (1957) - Michel Butor
A Colméia (1951) - Camilo José Cela
A Estrada de Flandres (1960) - Claude Simon
A Sangue Frio (1966) - Truman Capote
A Laranja Mecânica (1962) - Anthony Burgess
O Apanhador no Campo de Centeio (1951) - J.D. Salinger
Cavalaria Vermelha (1926) - Isaac Babel
Jean Christophe (1904-12) - Romain Rolland
Complexo de Portnoy (1969) - Philip Roth
Nós (1924) - Evgueni Ivanovitch
O Ciúme (1957) - Allain Robbe-Grillet
O Imoralista (1902) - André Gide
O Mestre a Margarida (1940) - Mikhail Afanasevitch
O Senhor Presidente (1946) - Miguel Ángel Asturias
O Lobo da Estepe (1927) - Herman Hesse
Os Cadernos de Malte Laurids Bridge (1910) - Rainer Maria Rilke
Satã em Gorai (1934) - Isaac B. Singer
Zazie no Metrô (1959) - Raymond Queneau
Revolução dos Bichos (1945) - George Orwell
O Anão (1944) - Pär Lagerkvist
A Tigela Dourada (1904) - Henry James
Santuário (1931) - William Faulkner
A Morte de Artemio Crus (1962) - Carlos Fuentes
Don Segundo Sombra (1926) - Ricardo Güiraldes
A Invenção de Morel (1940) - Adolfo Bioy Casares
Absalão, Absalão (1936) - William Faulkner
Fogo Pálido (1962) - Vladimir Nabokov
Herzog (1964) - Saul Bellow
Memorial do Convento (1982) - José Saramago
Judeus sem Dinheiro (1930) - Michael Gold
Os Cus de Judas (1980) - Antonio Lobo Antunes


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Publicado por: Carlos Dutra | 10/2/2005 Comentários? -

Terça-feira, Setembro 27, 2005

Morreu hoje o Chaves brasileiro.




Um dos pioneiros do humor da TV brasileira, o comediante Ronald Golias, 76, morreu no final da madrugada desta terça-feira em São Paulo em decorrência de uma infecção generalizada proveniente de uma infecção pulmonar. O ator estava internado desde o último dia 8 no Hospital São Luiz, no Morumbi (zona oeste).



Sua carreira se confunde com a própria criação do rádio e da TV no Brasil. Seu personagem mais famoso na televisão foi Carlos Bronco Dinossauro, da série "A Família Trapo", que estreou na TV Record em 1967.




Humorista Ronald Golias (ao centro) durante episódio da "A Família Trapo"

Nascido no dia 4 de maio de 1929 em São Carlos, no interior de São Paulo, o humorista sempre viu em sua profissão uma missão. Nas poucas entrevistas que concedeu, ele comparava o bom comediante ao carteiro: "Ambos têm a missão de caprichar na entrega e gostar do que fazem, caso contrário não têm futuro".



Antes de estrear no rádio, o humorista, filho do marceneiro Arlindo Golias, fez de tudo um pouco. Foi ajudante de alfaiate, funileiro, fabricante de presépios, agente de seguros e até aqualouco. Na Rádio Nacional ele foi descoberto por Manoel de Nóbrega --que, impressionado com seu talento, resolveu contratá-lo para atuar também na TV.




Nos anos 50, foi uma das estrelas do programa humorístico "Praça da Alegria", na antiga TV Paulista (atual Globo). Pacífico, seu primeiro personagem na TV, ficou famoso pelo bordão "ô Cride".

Com o sucesso na TV, o comediante foi convidado para estrelar no cinema. Sua primeira participação na telona foi no filme "Um Marido Barra Limpa", de Luís Sérgio Person, em 1957. Golias também contracenou com grandes nomes do humor da época, como Grande Otelo e Ankito, em "Os Cosmonautas", "Tudo Legal" e "Os Três Cangaceiros", entre outros.




Em 67, Golias levou para a televisão seu personagem Bronco, que já fazia sucesso no cinema. Ele estreou no humorístico "A Família Trapo", da TV Record, ao lado de Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Cidinha Campos, Ricardo Corte Real e Jô Soares. O programa foi ar até 1971.

Desde junho de 1990, Golias, com mais de 50 anos de carreira, integrava o elenco fixo do SBT. Ele era uma das atrações do humorístico "A Praça é Nossa", comandado por Carlos Alberto de Nóbrega --filho de Manoel.




No programa, ele vivia personagens como Pacífico, Bronco e Professor Bartolomeu, entre outros. Recentemente trabalhou na "Escolinha do Golias", ao lado da grande amiga Nair Belo. Nos últimos meses, ele podia ser visto também no seriado "Meu Cunhado", ao lado de Moacyr Franco, interpretando Bronco mais uma vez.



Casado com Lúcia Golias, 63, o comediante teve somente uma filha, Paula, 38.


Arquivo Folha Imagem


C)FOLHA DE SÃO PAULO

Publicado por: Carlos Dutra | 9/27/2005 Comentários? -

Quinta-feira, Setembro 22, 2005

A Árvore dos Problemas


Certo fazendeiro resolve contratar um carpinteiro para uma série de reparos em sua propriedade. O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu de seu carro furou, fazendo com que ele deixasse de ganhar uma hora de trabalho. Sua serra elétrica quebrou, e aí ele cortou o dedo. Como se não bastasse, no final do dia, seu carro não funcionou.

Assim, o fazendeiro resolve oferecer carona para casa. Percorrida a viagem, o carpinteiro convidou-o a entrar e conhecer sua família. Quando os dois se dirigiam à porta da casa, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.

Ao abrir a porta de casa, o carpinteiro já parecia outro: os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso. Ele abraçou os filhos e beijou a esposa.

Após uma alegre refeição, o fazendeiro agradeceu e despediu-se de todos. O carpinteiro acompanhou seu convidado até o carro.

Assim que passaram pela árvore, o fazendeiro questionou seu anfitrião sobre o motivo pelo qual ele tocara na planta antes de entrar em casa.

- Ah! Esta é a minha planta dos problemas. Eu sei que não posso evitar todos os problemas no meu trabalho, mas eles não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e só os pego de volta no dia seguinte. E o senhor quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando volto para buscar meus problemas, eles não são nem metade daquilo que eu lembro de ter deixado na noite anterior.

Jamais descarregue seus problemas e frustrações nos outros, principalmente naqueles que você tanto ama.

Publicado por: Carlos Dutra | 9/22/2005 Comentários? -

Sábado, Setembro 17, 2005

Vem chegando a primavera!
Viva a estação das flores
Viva a estação do amor!




Um sábado ensolarado de amor e beijos para você!

C)Caderno Vida do JB de hoje.

Publicado por: Carlos Dutra | 9/17/2005 Comentários? -

Quinta-feira, Setembro 15, 2005

Cada dia conta

Cada dia é uma oportunidade de tornar sua vida o que você quer que ela seja. Tudo é possível quando você trabalha para isso, um dia de cada vez. Pule um dia e você perderá uma chance. Tente fazer tudo ao mesmo tempo e você falhará.

Trabalhe constante e firmemente, dando importância a cada dia, e você atingirá suas metas. Hoje você tem a chance de crescer, de fazer um pouco mais do que você fez ontem, um pouco melhor, com um pouco mais de eficiência. Todo mundo pode fazer um pouco mais, aprender um pouco mais e crescer um pouco mais a cada dia. Logo, com um esforço consistente, esses ¿pedacinhos¿ se somam e se transformam em grandes realizações.

Há alguma coisa que você queira mudar? Hoje é o dia de começar a fazê-lo. Existe um cliente que você queira conquistar? Hoje é o dia de começar a fazer com que tudo isso aconteça. Você precisa perder peso? Hoje é o dia de começar a fazê-lo. Não na próxima segunda-feira ou no mês que vem: hoje. Você merece alcançar seus objetivos quanto antes. Controle o dia de hoje e você controlará sua vida.

Publicado por: Carlos Dutra | 9/15/2005 Comentários? -

Sábado, Setembro 10, 2005




Televisão
A rainha da cocada

Latoya, a negra inconformada com
sua negritude, garante a diversão
e a polêmica em A Lua Me Disse


Ricardo Valladares


Divulgação - VEJA 10/09/2005



"Sua vagabunda" e "você tem uma cara boa de bater" são algumas das frases nada carinhosas que a atriz Zezeh Barbosa tem ouvido na rua por causa de sua personagem Latoya, da novela A Lua Me Disse. Latoya é uma vilã contumaz: despejou a mãe de casa, despediu a irmã e virou laranja num esquema de corrupção. "Ela é como muitos brasileiros: quer se dar bem sem trabalhar", diz Miguel Falabella, que escreve a novela das 7 da Rede Globo em parceria com Maria Carmem Barbosa. Os xingamentos atestam que só a popular Dona Roma, vivida pelo ator Miguel Magno, é páreo para o sucesso de Zezeh no horário. "Nunca fui tão reconhecida", diz ela. Mas a característica que mais chama atenção na personagem é que ela abomina ser negra. Latoya (que assim se batizou em homenagem à irmã de Michael Jackson, a reformadíssima La Toya Jackson) se intitula afro-americana, alisa e clareia os cabelos e dorme com um pregador de roupa no nariz para afiná-lo. Sua incontinência verbal não tem limites: Latoya nunca perde a chance de desmerecer os negros. Até dois meses atrás, ela tinha como cúmplice em suas maldades a irmã Whitney (essa em tributo à esganiçada Whitney Houston), interpretada por Mary Sheila. Whitney, porém (só a da novela), está a caminho da redenção.

O nome verdadeiro de Latoya é Anastácia. "Mas isso é nome de escrava, e meu objetivo não é a senzala. Eu estou a fim é da casa-grande", explicou a personagem. As tiradas de Latoya causam polêmica no movimento negro. "Precisamos ser representados por personagens positivos, e essa é muito negativa", diz o militante paulista Daniel Teixeira. Há que reconhecer, no entanto, que Latoya encarna vários aspectos reais, ainda que desanimadores, da população negra brasileira ¿ e fingir que gente como ela não existe é hipocrisia. Até o momento, felizmente, Latoya não foi vítima de nenhuma patrulha politicamente correta, como já ocorreu com outros personagens de A Lua Me Disse. Há duas semanas, os autores da novela levaram um pito do Ministério Público por causa dos esculachos sofridos por Índia ¿ representada por uma descendente de nambiquaras. Já o homossexual interpretado por Agildo Ribeiro foi eliminado por causa das reclamações de grupos gays, que o consideravam caricato. "Bobagem dessa gente que não entende que esse tipo de homossexual existe. Eu conheço vários", diz Falabella. Na semana que vem, terá início o inevitável castigo de Latoya, que está envolvida numa CPI e com ordem de prisão decretada. Se depender do autor, ela fugirá para o Nordeste para trabalhar num circo como mulher-macaca. "Ela vai pagar mico. Ficará di-vi-na de peruca black power", diverte-se Falabella.

Filha de uma dona-de-casa e um serralheiro, a atriz Zezeh Barbosa cresceu com treze irmãos em Osasco, na Grande São Paulo. Aos 17 anos (ela diz hoje que tem "mais de 30"), saiu de casa para estudar arte dramática, bancando-se como operadora de telemarketing e atendente de cantina. Em 1996, Falabella viu seu desempenho no teatro e a chamou para atuar na novela Salsa e Merengue. Casada e mãe de um filho de 11 anos, ela dá de ombros para as acusações contra Latoya ¿ até porque sabe o que é racismo de verdade. "Nunca me chamam para fazer comercial. Negro só aparece em propaganda lá no fundo", diz.

Publicado por: Carlos Dutra | 9/10/2005 Comentários? -

Quinta-feira, Agosto 25, 2005

Motivacional: Vinte lições para um melhor viver

1. No máximo a cada duas horas de trabalho, faça pausas de dez minutos. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

2. Aprenda a dizer "não" sem sentir culpa ou achar que magoou alguém. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3. Planeje seu dia, mas deixe sempre um bom espaço para improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5. Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

6. Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Você não é a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.

7. Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8. Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso, destinado a coisas mais importantes.

9. Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10.Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11.Família não é você: ela está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

12.Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca.

13.É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e com quem falar abertamente, próxima de você ou, no máximo, num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.

14.Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15.Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

16.Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17.A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.

18.Uma hora de intenso prazer substitui, com folga, três horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19.Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.

20.Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é aquilo que fizer de você mesmo.

George Ivanovitch Gurdjieff, pensador russo

Publicado por: Carlos Dutra | 8/25/2005 Comentários? -



Perfil

Nome: Carlos Dutra
Idade:Coração Jovem
Cidade:Rio
Niver: 27/11
Humor:Apaixonado..desde 24/09/03 pelo meu Blog
MSN:carlosdu2004@hotmail.com
Idem para o ORKUT
E-mail carlosdutra@gmail.com
carlosdutra@walla.com


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Gostei de conhecer seu blog amiga Erika





































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Ajudem nossos animais




ABAIXO VEJAM A MÚSICA QUE TOCA NO SOLIDARIEDADE You've Gotta Friend

James Taylor

When you're down and troubled
and you need a helping hand
and nothing, whoa nothing is going right.
Close your eyes and think of me
and soon I will be there
to brighten up even your darkest night
you just call out my name
and you know where ever I am
I'll come running, oh yeah baby
to see you again.
Winter, spring, summer, or fall,
all you have to do is call
and I'll be there, yeah, yeah, yeah.
You've got a friend.

If the sky above you
should turn dark and full of clouds
and that old north wind should begin to blow
Keep your head together and call my name out loud
and soon I will be knocking upon your door.
You just call out my name and you know where ever I am
I'll come running to see you again.
Winter, spring, summer or fall
all you got to do is call
and I'll be there, yeah, yeah, yeah.

Hey, ain't it good to know that you've got a friend?
People can be so cold.
They'll hurt you and desert you.
Well they'll take your soul if you let them.
Oh yeah, but don't you let them.

You just call out my name and you know wherever I am
I'll come running to see you again.
Oh babe, don't you know that,
Winter spring summer or fall,
Hey now, all you've got to do is call.
Lord, I'll be there, yes I will.
You've got a friend.
You've got a friend.
Ain't it good to know you've got a friend.
Ain't it good to know you've got a friend.
You've got a friend.

*******tradução********

Quando você estiver abatida(o) e preocupada(o)
E precisar de uma ajuda,
E nada, nada estiver dando certo,
Feche seus olhos e pense em mim
E logo eu estarei lá
Para iluminar até mesmo suas noites mais sombrias.

Apenas chame alto meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja
Eu virei correndo
Para te encontrar novamente.
Inverno, primavera, verão ou outono,
Tudo que você tem de fazer é chamar.
E eu estarei lá, sim, sim, sim,
Você tem um amigo.

Se o céu acima de você
Tornar-se escuro e cheio de nuvens
E aquele antigo vento norte começar a soprar,
Mantenha sua cabeça sã e chame meu nome em voz alta
E logo eu estarei batendo na sua porta.
Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja
Eu virei correndo para te encontrar novamente.
Inverno, primavera, verão ou outono,
Tudo que você tem de fazer é chamar
E eu estarei lá, sim, sim, sim.

Ei, não é bom saber que você tem um amigo?
As pessoas podem ser tão frias,
Elas te magoarão e te abandonarão
E então elas tomarão sua alma se você permitir-lhes.
Oh, sim, mas não permita-lhes.

Apenas chame alto meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja
Eu virei correndo para te encontrar novamente.
Você não entende que
Inverno, primavera, verão ou outono,
Ei, agora tudo que você tem a fazer é chamar?
Senhor, eu estarei lá, sim eu estarei,
Você tem um amigo,
Você tem um amigo.
Não é bom saber? Você tem um amigo...
Não é bom saber? Você tem um amigo...
Você tem um amigo...

SOBRE O ATO DE BLOGAR.

Vasculhando blogs pela rede descobri esse post interessante do Alexandre


Clique aqui e conheça o novo endereço de Pensar Enlouquece!


que retrata de uma maneira bem humorada nossa vida com nosso blog.

Sobre o ato de blogar

Dando uma espiadela nas estatísticas deste endereço, descobri que Pensar Enlouquece aparece entre os 10 primeiros resultados no Google para internautas que buscam pela palavra "blogger" em páginas do Brasil. A vocês, incautos que fizeram essa pesquisa, dedico os textos abaixo.

* * * * *

Tempo é relativo, que o digam aqueles que estão habituados à leitura constante de blogues. Se um blogueiro fica dois ou três dias sem atualizar a página, sempre surgirá algum internauta a comentar: "cadê você?".

Em geral, posts são marcados por uma linguagem informal, descompromissada, não raro pontuada por erros de grafia que denunciam a urgência com que o internauta escreve seu texto, como rascunhos que já nascem com caráter definitivo. Do comando do cérebro ao ato dos dedos digitando no teclado, palavras borbotam e - clic! - desembocam direto para a tela.

E no entanto, há blogueiros que, sem idéias prodigiosas o suficiente para justificar um novo post, limitam-se a escrever: "estou sem idéias, portanto fiquem com este teste (ou link, ou charge, ou letra de música)". Ou seja, postam como que se sentissem compelidos a publicar pelo menos uma coisa, por mais irrelevante que seja, simplesmente para não permitir que as teias de aranha virtuais ocupem seu blog pelo enorme intervalo de... um dia.

Repare: toda vez que um novo texto é publicado, os anteriores deixam de receber novos comentários. Na blogosfera, mais do que nunca prevalece a cultura do imediato: o post está morto, viva o novo post! Em nome da velocidade no carregamento do site, não mais que dez artigos são publicados na página inicial, enquanto os anteriores são empurrados para o quartinho dos fundos. Pergunto: quantos gatos pingados possuem o hábito recorrente de vasculhar os arquivos de um blog?

É preciso ainda falar de textos longos. Quantas vezes você já não se deparou com algum post mais alongado que, metalinguisticamente, pedia desculpas ao leitor com alguma frase do tipo "se você teve paciência para chegar até aqui...". E isso para não falar dos comentários off topic, ao melhor estilo não-tive-tempo-para-ler-seu-texto-só-escrevi-pra-dizer-oi-adoro-o-seu-blog-visite-o-meu! O fato é inequívoco: ler textos na tela é cansativo e é difícil resistir à compulsão de "folheá-los" na diagonal.

Por vezes encaro Pensar Enlouquece como uma espécie de antiblog. Não porque eu desgoste de blogues (muito pelo contrário, a considerável quantidade de links do meu menu à esquerda é a prova contumaz de que há muita vida inteligente na blogosfera) ou raramente fale de minha vida pessoal, e sim porque não sou, e provavelmente jamais serei capaz de publicar textos aprazíveis todo santo dia. Enquanto a maior parte de meus colegas publica três, quatro, cinco posts no intervalo de poucas horas, aqui dificilmente você se deparará com mais do que um texto por dia, e isso se houver algum.

Em meio a tanta urgência e fugacidade há que se reiterar, pois, alguns dos melhores aspectos positivos do meio "blog": o fomento de debates em tempo real, o estímulo à comunicação de idéias, a democratização da publicação de conteúdo na Web, e, principalmente, a liberdade de expressão (apesar da boçalidade de certas figuras, como o funcionário da Dow Right que quis intimidar Cris Dias a ponto de tentar persuadi-lo a remover um texto de seu blog).

Não posso deixar de lamentar, contudo, os efeitos colaterais surgidos em meio à urgência de novos posts. Ao contrário de textos impressos em celulose, transportáveis para qualquer local e lidos quando bem entender, o prazo de validade de um post vale pelo tempo em que é exibido na home-page. Depois, torna-se jornal virtual a embrulhar peixes cibernéticos precocemente envelhecidos, folheado por uma massa restrita de leitores.

* * * * *

Toda vez que eu encontro um amigo, digamos, "off-line", e ele descobre que possuo um blog razoavelmente conhecido, a pergunta que segue é quase inevitável:
- Blog? O que é isso?

Tecnicamente falando, blog é um site regularmente atualizado, cujos posts ("entradas" compostas por textos, fotos, ilustrações e/ou links) são armazenados em ordem cronologicamente inversa, com as atualizações mais recentes no topo da página. Criados a partir de ferramentas de publicação que dispensam seu autor de conhecer obrigatoriamente HTML ou outras linguagens de programação (exemplos: Blogger, Movable Type e B2), blogues são páginas dinâmicas e democráticas: qualquer internauta razoavelmente alfabetizado é capaz de criar o seu. Podem ser espaço para desabafos pessoais, mural de recados, caderno de rascunhos literários, veículo para egolatria destilado em bits e bytes, divã virtual, depósito de links curiosos, diário de viagem, hobby para desocupados ou tudo isso ao mesmo tempo agora.

Falando sob o meu ponto de vista específico, este blog é um recanto virtual no qual exponho minhas idéias, divulgo pessoas, obras e links que julgo que mereçam ser melhor conhecidas, publico algumas experimentações literárias e interajo com outras pessoas. Ou seja, como uma espécie de fanzine eletrônico através do qual filtro o mundo à minha volta de acordo com meus interesses, paixões e imperfeições.

Contudo, não posso dizer que me surpreendo ao constatar que a maior parte dos blogues Web afora limita-se a dar copy-and-paste de crônicas, ilustrações, notas informativas e letras de música de terceiros, limando um blog do que ele poderia oferecer de mais interessante: as opiniões e idéias inequivocadamente únicas da pessoa que o criou. Mesmo assim, esses sites possuem lá o seu valor sociológico, ao delinear o perfil de uma geração que não diz a que veio simplesmente porque é incapaz de formular sentenças de próprio cunho, e que se compraz em rechear seus blogues com piadas recicladas e ilustrações que repetem ad nauseam os mesmos padrões de sátira baseados em trocadilhos e/ou montagens photoshopadas.

© Alexandre Inagaki www.PensarEnlouquece.com




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